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07/07/2018 ás 23h49

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Ex-deputado ameaça deputado de morte e fala em arrancar o pescoço do desafeto
O ex-parlamentar diz que, se encontrar o deputado, um dos dois vai morrer, se referindo ao desafeto e a ele próprio. Fala ainda em arrancar o pescoço do parlamentar.
Ex-deputado ameaça deputado de morte e fala em arrancar o pescoço do desafeto
 


Em setembro de 2014, o então deputado Adriano Boiadeiro voltou à Assembleia montado numa mula


Porto Velho, Rondônia - O ex-deputados estadual Adriano Aparecido de Siqueira, o Adriano Boaideiro, atualmente no Podemos, compartilhou uma gravação no whatsapp na qual ameaça de morte o deputado estadual Luizinho Goebel (PV), seu ex-colega de Assembleia Legislativa de Rondônia.


Num dos trechos da gravação, Boiadeiro fala em enfiar a mão na boca de Luzinho Goebel e  quebrar-lhe  os dentes. Logo em seguida, aumenta a gravidade da ameaça. O ex-parlamentar diz que, se encontrar Luizinho, um dos dois vai morrer, se referindo ao desafeto e a ele próprio. Fala ainda em arrancar o pescoço do parlamentar.


Boiadeiro diz ainda que tem certeza de que seu vídeo com as ameaças de morte ao ex-colega de parlamento vai chegar ao conhecimento do alvo, no caso, Luizinho Goebel.


Na gravação, o ex-parlamentar repete, insistentemente, que seu ex-colega de parlamento é um “vagabundo”.


Boiadeiro não esconde que o motivo de sua revolta vem do fato de Luizinho Goebel, quando era presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, ter votado pelo seu afastamento do cargo por seis meses ao dar parecer favorável em  relatório da Comissão Processante que julgou os acusados de envolvimento com suposta  organização criminosa que seria ligada ao narcotráfico e a outros crimes, como estelionato.


“Ele (Luizinho Goebel) tirou do jogo alguém que nasceu para trabalhar” e que lhe fazia concorrência, disse Boiadeiro, referindo-se a si como vítima do deputado.


Na Operação Apocalipse da Polícia Civil de Rondônia, Boiadeiro foi acusado de ter sua campanha a deputado estadual financiada por uma suposta organização criminosa ligada ao narcotráfico. Em contrapartida, uma vez eleito, o parlamentar teria nomeado para seu gabinete na Assembleia Legislativa pessoas ligadas a esta organização. O objetivo seria pagar pelo financiamento da campanha.



 


FONTE: tudorondonia

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